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Pegadas Humanas na Pré-História

Algumas descobertas arqueológicas recentes podem causar uma revolução na história da raça humana. Vários artefatos e fósseis antigos sugerem que a humanidade é muito mais antiga do que se supõe. Os registros mais antigos são pegadas aparentemente humanas que datam de 250 milhões de anos atrás.


Fotografia de um conjunto de pegadas fossilizadas descobertas em Paluxy, Texas, EUA. Neste conjunto, haviam pegadas de dinossauros e pés humanos que foram impressas na mesma época a aproximadamente 200 milhões de anos.
Segundo a Ciência Acadêmica, a vida surgiu a 3,5 bilhões de anos, na forma de bactérias e pouco depois algas. Mariscos e Moluscos surgiram posteriormente, por volta de 500 milhões de anos. Mais alguns anos de evolução e surgiram peixes e depois anfíbios. Os répteis só apareceram no planeta a 360 milhões de anos. É nesse período que os dinossauros se espalharam pelo Planeta Terra. Por volta de 65 milhões de anos atrás eles desapareceram repentinamente. Os mamíferos e o homem primitivo teriam surgido por volta de 3 milhões de anos atrás. Em termos de civilização podemos dizer, segundo a Ciência da Arqueologia, que temos apenas 45 mil anos.

Algumas descobertas arqueológicas recentes podem causar uma revolução na história da raça humana. Vários artefatos e fósseis antigos parecem sugerir que a humanidade é muito mais antiga do que se supõe. Os registros mais antigos datam de 250 milhões de anos atrás. Dentre estes registros os que causam mais espanto são as chamadas pegadas fossilizadas. Algumas são tão antigas que datam da época em que os dinossauros começaram a espalhar-se pelo Planeta Terra. A maioria destas descobertas não é conhecida da população mundial por ainda estarem em estudo. Neste estudo apresentaremos algumas destas descobertas.

- Mount Vernon, Estados Unidos
Em 1938, o geologista Wilbor G. Burroughs, anunciou ter descoberto dez pegadas humanas perfeitas, com cinco dedos semelhantes aos pés humanos atuais. Elas mediam 23,73x10,25 cm e foram encontradas ao norte de Mount Vernon, nos Estados Unidos. A descoberta dataria do período Carbonífero, cerca de 250 milhões de anos atrás. Pegadas semelhantes foram descobertas em Jackson County, e também nos Estados da Pensilvânia e Missouri, todos no Estados Unidos. Arqueologistas e geologistas estão divididos quanto à origem destas pegadas. Alguns defendem que sejam anfíbios gigantes, ainda não descobertos e catalogados, enquanto outros preferem aguardar novos dados antes de oficializar qualquer alteração na história biológica do Planeta Terra. Em dois pontos estes cientistas concordam:
1) as pegadas são reais. Não são fraudes ou marcas de erosão.
2) a hipótese de ter sido impressa por um anfíbio gigante não é tão estranha quanto parece.

- Mount Victória, Estados Unidos
Em Mount Victória, também nos Estados Unidos, foram descobertas pegadas humanas gigantes medindo 59 x 18 cm, indicando um peso de 250 kg.

- Antelope Springs, Delta, Utah, Estados Unidos
Em 3 de junho de 1968, William Meister e Francis Shape descobriram pegadas calçadas em Antelope Springs, próximo a Delta, no estado de Utah, (EUA). Elas mediam 32,5 x 11,25 cm. O interessante destas pegadas é que elas esmagaram um trilobite, no momento em que foram impressas. O trilobite esta extinto a 240 milhões de anos!





- Carlson, Estados Unidos
Em 1882, prisioneiros da cadeia da cidade de Carson descobriram acidentalmente pegadas fossilizadas, com aproximadamente 55,88 centímetros cada uma. Logo surgiram outras descobertas no mesmo local. Todas as marcas identificadas eram de pés calçados, e datavam de 5 milhões de anos.

- Lago Langebaan, África do Sul
O geologista sul-africano David Roberts, descobriu três pegadas humanas (ao lado) fossilizadas na região do Lago Langebaan, ao norte da capital Cape Town. Cientistas consideram que estas pegadas, que possuem aproximadamente 117.000 anos são as mais antigas relacionadas ao homem moderno.

- Montanhas Robledos, Novo México
Em 1987, o paleontologista Jerry MacDonald descobriu várias pegadas fossilizadas de diferentes espécies de animais, incluindo seres humanos, em uma camada de rocha originada no período Siluriano, uma época entre 290 e 248 milhões de anos atrás.



Imagem de uma das pegadas encontradas na região dos Robledos, no Novo México, Estados Unidos.

- Antuérpia, Bélgica
Em 1919, o cientista Wilhelm Freudenberg descobriu "possíveis pegadas humanas" impressas no começo do período Plioceno, entre 4 e 7 milhões de anos atrás. A descoberta ocorreu nas proximidades de Meuleken, na Antuérpia, Bélgica.

- Paluxy, Texas, Estados Unidos
O paleontologista Dr. C.N. Dougherty descobriu possíveis pegadas humanas de aproximadamente 140 milhões de anos. Segundo a ciência nessa época, os dinossauros dominavam a Terra e o ser humano ainda não existia. A descoberta de Paluxy, se comprovada, poderia causar uma revolução na ciência pois ela seria a prova de que a humanidade seria muito mais antiga do que se supõe e teria coexistido com os dinossauros. Neste local encontram-se pegadas de aproximadamente 54 cm no seu eixo maior. Em 1986, o pesquisador Glen J. Kuban descobriu que as marcas de dedos presentes na pegada apresentam coloração diferente do resto das marcas. Isso sugere, segundo os cientistas, uma possível manipulação nas marcas. Na verdade esta é uma explicação simplista utilizada pelos cientistas para explicar aquilo que eles não podem explicar. Se houvesse manipulação nas marcas, a estranha coloração seria encontrada em todas as marcas impressas pelo pé humano, e não apenas na região dos dedos. Além disso, a pegada humana é mais profunda e estreita que a do dinossauro. Esta estranha coloração pode ser explicada pela presença de um rio nas proximidades que poderia lixiviar os sedimentos próximos à superfície da rocha.

À esquerda temos uma panorâmica da região de Paluxy. À direita observamos os detalhes de duas pegadas.

- Gravelbourg , Saskatchewan, Canadá
Em 26 de maio de 1910, foram descobertos alguns fósseis em um granito na região de Gravelbourg, Saskatchwan, no Canadá. Investigações de especialistas indicaram que o fóssil, um conjunto de pegadas humanas, teria vários milhões de anos de idade.

- República do Turcomenistão
Na primavera de 1983, uma expedição do Instituto de Geologia do Turcomenistão descobriu mais de 1500 pegadas de dinossauros na região sudeste da república. O chefe da expedição, Dr. Kurban Amanniyazov, declarou ao jornal Moscow News que "nos temos descoberto pegadas semelhantes à pegadas humanas, mas até o momento falhamos em determinar, com metodologia cientifica, à quem elas pertencem. É claro, se nós pudermos provar que elas pertencem à um hominídio, isto causaria uma revolução na ciência humana. A humanidade vai ficar 150 milhões de anos mais velha. ( Moscow News, Nr. 24, 1983, p. 10 ; Corliss 1985, p. 28 ; Cremo et al. 1993, p. 458 ).

- Deserto de Gobi, China
Em 1959, o cientista chinês, Dr. Tschu Myn Tschen e sua equipe (Tschau Ming Tschen/Chow Mingchen ) descobriram uma pegada com idade estimada em 15 milhões de anos. Trata-se de uma marca produzida por um calçado com sola.

- Navalsaz, Soria, Espanha.
Na localidade de Navalsaz, em Soria, na Espanha, mais de 500 pegadas de Tiranossaurus rex foram descobertas. Junto destas pegadas haviam pegadas humanas produzidas na mesma época em que o resto do conjunto de pegadas foram produzidas, a aproximadamente 70 milhões de anos atrás.

- Registros Falsos

A descobertas e o estudo destes fósseis não é uma tarefa fácil. A grande maioria é descartada ou explicada de alguma forma. Alguns destes registros já explicados continuam a ser divulgados nos meios ufológicos internacionais. Um exemplo é a marca encontrada em Fisher Canyon, no Estado do Nevada, nos Estados Unidos. Quando ela foi descoberta anunciou-se que seria uma marca de um pé calçado com mais de 200 milhões de anos. Algum tempo depois provou-se que a peça era na verdade uma formação geológica comum na região.

Como esta marca, várias outras foram divulgadas como autênticas e depois provaram-se fosseis comuns ou marcas naturais. Pesquisar o insólito é isso. Tentar provar que o alegado Fato Insólito não passa de algo natural. Depois de esgotadas todas as possibilidades é que se parte para outras linhas de investigação.


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